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17/01/2015
Nelson Garrido - Casa de Chá da Boa Nova
É com alguma frequência que visito o website de Nelson Garrido. As suas fotografias parecem ter um efeito magnético em mim... sinto-me atraída e envolvida pelos espaços fotografados.
Hoje deixo-vos quatro fotos maravilhosas da Casa de Chá da Boa Nova, um projecto da autoria de Siza Vieira construída entre 1956 e 1963 que esteve alguns anos ao abandono, mas foi recentemente recuperada com a supervisão do arquitecto e inaugurada como restaurante com a assinatura do chef Rui Paula.
Marta.
Fotos por Nelson Garrido.
14/01/2015
A Côr do Ano para a Pantone - Marsala
Há cerca de três semanas a Pantone anunciou a sua côr do ano 2015: Marsala!
Hmmm.... Marsala? O que é ao certo Marsala? É uma côr rica e quente, talvez um pouco pesada. É um pouco o evoluir da côr Pantone do ano passado - Radiant Orchid - e, para mim, é uma côr difícil de utilizar na decoração e design.
Ao utilizar Marsala no design de interiores levará certamente a um estilo mais formal e clássico e, infelizmente, não consigo parar de associar esta côr a vinho tinto e aos (maus!) sofás de veludo da década de 90.
Mas eis aqui alguns exemplos interessantes:
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| digsdigs |
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| digsdigs |
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| digsdigs |
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| digsdigs |
Marta.
P.S. Os nossos sinceros pedidos de desculpas pela interrupção não prevista no blog durante a época festiva. Infelizmente a família, os amigos e alguns problemas de saúde mantiveram-nos afastadas. Prometemos voltar ao "normal" em breve!
18/12/2014
Água de Prata
Água de Prata foi criada em 2006 por João Bruno Videira. Formado em ciências da comunicação largou a vida da cidade pela tranquilidade da Graça do Divor, entre Arraiolos e Évora. Aqui é artesão e designer autodidacta.
Tal como o projecto TASA mencionado aqui, Água de Prata procura aliar as técnicas e materiais ancestrais com o design e necessidades contemporâneas. A lã de Arraiolos é o fio condutor e o seu uso é constantemente reinventado a cada peça nova, tornando-a única e irrepetível.
Marta.
17/12/2014
A Versatilidade do Microcimento
O microcimento, que consiste numa mistura de cimento
aluminário e refractário, dióxido de silícios e aditivos especiais, possibilita
resultados minimalistas que se assemelham ao cimento alisado e é actualmente
muito procurado para imprimir notas de contemporaneidade à arquitectura e ao
design.
Aliando a estética e a funcionalidade à rápida aplicação,
este material torna-se numa boa escolha para renovar espaços onde se pretende
substituir o pavimento ou as paredes sem se retirar o revestimento existente.
Com possibilidade de diversas cores, utilizado tanto em
interiores como em exteriores, este material pode ser aplicado sobre as mais
variadas superfícies, como a madeira, o MDF, azulejo, tijoleira, ou até mesmo o
vidro. Não necessita de juntas de dilatação (excepto quando aplicado sobre um
material que ele próprio obrigue a juntas de dilatação) e é resistente a água e
a gorduras e têm um peso próprio relativamente baixo.
A versatilidade do material permite que se criem
ambientes e peças extraordinárias e são cada vez mais os exemplos da sua utilização:
os pavimentos e bancadas de apoio ou de cozinha, como no Restaurante Conceito,
no Estoril, ou na 1300 Taberna, no LX Factory, em Lisboa; em instalações
sanitárias e até detalhes decorativos, como se pode ver nas letras em
baixo-relevo no Hotel Casa do Conto (do colectivo de arquitectos Pedra Líquida)
no Porto ou ainda no extraordinário projecto The Initiation, de Wei Yi DesignAssociates.
A Microcrete é uma marca de entre outras no mercado, mas
esta, além de dar a oportunidade de participar num workshop onde qualquer
pessoa pode aprender mais sobre este produto, pode também gabar-se de ser 100%
Portuguesa!
Ana
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Hotel Casa do Conto do colectivo de arquitectos Pedra Líquida
Foto FG + SG Via www.yatzer.com
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| Restaurante Conceito Via https://www.caras.sapo.pt |
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| 1300 Taberna Via mesamarcada.blogs.sapo.pt |
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| Via http://tatianadoria.blogspot.pt |
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| Via www.hotfrog.pt |
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| Via http://forumdacasa.com |
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| The Initiation – Wei Yi Design Associates Via https://www.behance.net/gallery/WEI-YI-DESIGN-ASSOCIATES-THE-INITIATION/10434085 |
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| The Initiation – Wei Yi Design Associates Via https://www.behance.net/gallery/WEI-YI-DESIGN-ASSOCIATES-THE-INITIATION/10434085 |
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| Mostruário de possíveis cores de microcimento Via http://www.microcementuk.info |
13/12/2014
Museu do Côa
Nas montanhas do nordeste de Portugal, as rochas de xisto que delimitam as margens do Côa, um afluente do rio Douro, converteram-se há 25000 anos atrás em painéis de arte para os nossos antepassados. Os últimos dezassete quilómetros do rio Côa, com centenas de gravuras nas suas margens, pertencem ao primeiro parque arqueológico português e as gravuras estão incluídas desde 1998 na lista de monumentos Património da Humanidade pela UNESCO.
Este extenso conjunto de arte rupestre ao ar livre pôs de parte o mito de que este tipo de arte se encontra somente encerrada em cavernas, pelo que o seu valor histórico é incalculável.
Com a criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa nasceu a necessidade de um museu que não só acolhesse algumas das gravuras em risco, mas também informasse e divulgasse a arte rupestre do Côa. Assim, em 2003, no Ano Internacional da Arquitectura, o Ministério da Cultura em parceria com a Ordem dos Arquitectos lançou um concurso para a concepção e elaboração do projecto do Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa. Ficou classificado em primeiro lugar o projecto da equipa de Arquitectos Camilo Rebelo e Tiago Pimentel.
Concluído em 2009 o edifício, de forma triangular monolítica e composto por quatro pisos (um deles subterrâneo), caracteriza-se pelas linhas rectas e contemporâneas bastante imponentes, mas também em perfeita integração com a paisagem envolvente.
Apesar da estrutura ser em betão, a estética idêntica à da pedra de xisto característica da zona foi conseguida recorrendo a estudos com moldes de fibra de vidro. No final, o processo construtivo consistiu numa estrutura de betão maciço com algumas lajes mistas. Um corredor/rampa percorre todo o piso da exposição permanente do museu: é o fio condutor e distribuidor dos visitantes.
As fotografias falam por si só. Vale a pena a visita a este museu, quer pelo enriquecimento histórico-cultural, quer pela Arquitectura do edifício.
Marta.
Este extenso conjunto de arte rupestre ao ar livre pôs de parte o mito de que este tipo de arte se encontra somente encerrada em cavernas, pelo que o seu valor histórico é incalculável.
Com a criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa nasceu a necessidade de um museu que não só acolhesse algumas das gravuras em risco, mas também informasse e divulgasse a arte rupestre do Côa. Assim, em 2003, no Ano Internacional da Arquitectura, o Ministério da Cultura em parceria com a Ordem dos Arquitectos lançou um concurso para a concepção e elaboração do projecto do Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa. Ficou classificado em primeiro lugar o projecto da equipa de Arquitectos Camilo Rebelo e Tiago Pimentel.
Concluído em 2009 o edifício, de forma triangular monolítica e composto por quatro pisos (um deles subterrâneo), caracteriza-se pelas linhas rectas e contemporâneas bastante imponentes, mas também em perfeita integração com a paisagem envolvente.
Apesar da estrutura ser em betão, a estética idêntica à da pedra de xisto característica da zona foi conseguida recorrendo a estudos com moldes de fibra de vidro. No final, o processo construtivo consistiu numa estrutura de betão maciço com algumas lajes mistas. Um corredor/rampa percorre todo o piso da exposição permanente do museu: é o fio condutor e distribuidor dos visitantes.
As fotografias falam por si só. Vale a pena a visita a este museu, quer pelo enriquecimento histórico-cultural, quer pela Arquitectura do edifício.
Marta.
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| via Fundação Côa Parque |
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| via Fundação Côa Parque |
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| via Fundação Côa Parque |
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| via arch daily |
09/12/2014
A Padaria Portuguesa
A marca A Padaria Portuguesa abriu as portas da sua primeira loja em meados de 2011. Hoje, decorridos mais de três anos conta com 25 lojas espalhadas por Lisboa.
É um negócio familiar que começou quando Nuno Carvalho e o seu primo, José Diogo Quintela, se juntaram para criar um espaço que alia a boa padaria portuguesa com a típica pastelaria de bairro.
Não vou entrar em mais detalhes económicos, será suficiente dizer que planeiam atingir as 40 lojas até 2016 e, consequentemente, criar 250 novos postos de trabalho.
Também não vou argumentar que o pão de deus é divinal, que o croissant do diabo é tentador ou que o pão é de boa qualidade e está sempre a sair do forno.
Aqui fala-se de design e arquitectura! Ao entrar numa Padaria Portuguesa apercebemo-nos do fio condutor de todas elas: os tons giram em torno do terracota e do laranja, as paredes são pretas, há trocadilhos com os provérbios populares escritos na parede e luz, muita luz. O chão é em mosaico hidráulico artesanal produzido em Portugal pela Projecto Mosaico e é comum a todas as lojas. De tão perfeitinho que é o desenho, quase parece uma impressão. Mas não, é o verdadeiro mosaico hidráulico!
Uma coisa é certa na Padaria Portuguesa: para além da marca, o ambiente é muito bem pensado para transparecer a ideia de tradicional e antigo, mas sendo ao mesmo tempo moderno, jovem e divertido! Só lamento que não hajam os típicos sacos sacos de pano para levar o pão...
Marta.
NOTA DO AUTOR: após a publicação original deste post fui contactada pela Padaria Portuguesa e informada de que já dispõem de sacos de pano para levar o pão! E com um design muito tradicional... espreitem a foto no nosso facebook e Pinterest!
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| dinheiro vivo |
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| listen to my hands |
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| a cidade na ponta dos dedos |
06/12/2014
BOP | O Copo sempre-em-pé de João Villar
O BOP é um copo bonito, com um design inteligente e é português!
O conceito surgiu em 2009 pela mão de João Villar enquanto aluno do curso de Design, e teve como ponto de partida um copo que não tombasse. O resultado foi um copo em forma de esfera cujo centro de gravidade na base permite que fique sempre em pé. Aliás, o nome vai beber da palavra inglesa Bop Bag, nome dado aos bonecos sempre-em-pé.
Estes objectos artesanais, produzidos na Marinha Grande, são soprados individualmente por um artesão.
Existem 3 tamanhos: COPO BOP (aproximadamente 20 cl.), COPO MINI BOP (aproximadamente 8 cl.) ou a TIGELA BOPPY (aproximadamente 7 cl.), estas últimas com o mesmo tamanho que os MINI BOP, mas ligeiramente mais abertas.
Os copos BOP estão actualmente à venda através da página de Internet da BOPLAND ou nas seguintes lojas: Hangar Design Store, Original Lisboa, Pátria Interiores, a ELLG Gourmet, Giv Lowe, Rosmaninho, Plátano Decorações, Horto do Campo Grande, a Alma Lusa e a Bairro Arte.
A liberdade na utilização destes objectos impera, desde a sua utilização mais convencional, como copo ou taça, até à sua utilização mais ousada, como porta velas, recipiente para especiarias ou flores secas; ou aquilo que a sua imaginação lhe permitir.
Foi lançada recentemente uma tampa em cortiça, que permite ampliar ainda mais o leque de utilizações do BOP.
Para os que ainda não sabem o que oferecer à família ou aos amigos, aqui fica uma boa ideia!
Ana
O conceito surgiu em 2009 pela mão de João Villar enquanto aluno do curso de Design, e teve como ponto de partida um copo que não tombasse. O resultado foi um copo em forma de esfera cujo centro de gravidade na base permite que fique sempre em pé. Aliás, o nome vai beber da palavra inglesa Bop Bag, nome dado aos bonecos sempre-em-pé.
Estes objectos artesanais, produzidos na Marinha Grande, são soprados individualmente por um artesão.
Existem 3 tamanhos: COPO BOP (aproximadamente 20 cl.), COPO MINI BOP (aproximadamente 8 cl.) ou a TIGELA BOPPY (aproximadamente 7 cl.), estas últimas com o mesmo tamanho que os MINI BOP, mas ligeiramente mais abertas.
Os copos BOP estão actualmente à venda através da página de Internet da BOPLAND ou nas seguintes lojas: Hangar Design Store, Original Lisboa, Pátria Interiores, a ELLG Gourmet, Giv Lowe, Rosmaninho, Plátano Decorações, Horto do Campo Grande, a Alma Lusa e a Bairro Arte.
A liberdade na utilização destes objectos impera, desde a sua utilização mais convencional, como copo ou taça, até à sua utilização mais ousada, como porta velas, recipiente para especiarias ou flores secas; ou aquilo que a sua imaginação lhe permitir.
Foi lançada recentemente uma tampa em cortiça, que permite ampliar ainda mais o leque de utilizações do BOP.
Para os que ainda não sabem o que oferecer à família ou aos amigos, aqui fica uma boa ideia!
Ana
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| Foto via: https://www.facebook.com/thebopland/photos_stream |
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| Foto via: https://www.facebook.com/thebopland/photos_stream |
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| Foto via: https://www.facebook.com/thebopland/photos_stream |
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| Foto via: https://www.facebook.com/thebopland/photos_stream |
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| Foto via: https://www.facebook.com/thebopland/photos_stream |
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| Foto via: https://www.facebook.com/thebopland/photos_stream |
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| Foto via: http://www.bopland.com.pt |
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