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26/11/2014
Blog a seguir: Desire to Inspire
O blog Desire to Inspire é escrito por Kim e Jo, duas amigas à distância que nunca se conheceram pessoalmente e que apesar de viverem em lados opostos do planeta partilham o mesmo espaço online para divulgação daquilo que mais gostam: bom design e boa arquitectura.
A Kim vive em Ottawa a capital do Canadá onde trabalha como supervisora duma equipa de desenvolvimento web. Já a Jo tem um negócio de catering em Brisbane na Austrália.
Todos os dias partilham com os seus leitores mais do que as suas casas: tudo aquilo que encontram na internet e que as inspira, seja de Arquitecto, fotógrafo, designer ou do comum mortal. E fica tudo exposto para que todos apreciem!
É um dos blogs que seguimos aqui no 351 Design Street e foi o blog que mais me inspirou a entrar nesta aventura online!
24/11/2014
O encontro do contemporâneo com o tradicional no Extramuros
De visita ao castelo de Arraiolos, vejo ao longe uma construção branca com alguma dimensão que me chama a atenção.
Trata-se da Villa Extramuros, projecto do atelier Voar Arquitectura, nos arredores da vila alentejana de Arraiolos.
Sigo por uma estrada de terra batida até que, por entre um olival, vejo um edifício de dois pisos com uma linguagem assumidamente contemporânea e onde os apontamentos de cortiça reforçam a volumetria das paredes brancas, rasgadas por grandes vãos.
“A arquitectura da Villa, inspirada tanto num “castro” romano como na histórica arquitectura conventual [...] presta homenagem aos materiais emblemáticos do Alentejo: a pedra de mármore, as paredes brancas e a cortiça” refere a página de Internet deste estabelecimento.
Sou simpaticamente recebida por um dos proprietários, oriundo de Paris, que me guia através das áreas comuns: um pátio que, tal como nos claustros conventuais, une os espaços que o circundam; uma sala de refeições; salas de estar; e os cinco quartos que se encontram no piso superior (que não pude visitar visto estarem ocupados).
No exterior, facilmente se absorve e somos absorvidos pela tranquilidade do olival e da piscina de transbordo com vista para o Castelo de Arraiolos.
Interessante é também a estratégia utilizada na decoração, onde se alia o design dos anos 50 até aos dias de hoje, com artesanato local.
Ana
Sigo por uma estrada de terra batida até que, por entre um olival, vejo um edifício de dois pisos com uma linguagem assumidamente contemporânea e onde os apontamentos de cortiça reforçam a volumetria das paredes brancas, rasgadas por grandes vãos.
“A arquitectura da Villa, inspirada tanto num “castro” romano como na histórica arquitectura conventual [...] presta homenagem aos materiais emblemáticos do Alentejo: a pedra de mármore, as paredes brancas e a cortiça” refere a página de Internet deste estabelecimento.
Sou simpaticamente recebida por um dos proprietários, oriundo de Paris, que me guia através das áreas comuns: um pátio que, tal como nos claustros conventuais, une os espaços que o circundam; uma sala de refeições; salas de estar; e os cinco quartos que se encontram no piso superior (que não pude visitar visto estarem ocupados).
No exterior, facilmente se absorve e somos absorvidos pela tranquilidade do olival e da piscina de transbordo com vista para o Castelo de Arraiolos.
Interessante é também a estratégia utilizada na decoração, onde se alia o design dos anos 50 até aos dias de hoje, com artesanato local.
Ana
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.wallpaper.com |
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.wallpaper.com |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Adrià Goula. Via http://www.wallpaper.com |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.wallpaper.com |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.wallpaper.com |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.archdaily.com |
23/11/2014
Projecto TASA - o futuro do artesanato
O projecto TASA – Técnicas Ancestrais, Soluções Actuais – conjuga os materiais e técnicas do artesanato tradicional regional com a inovação estratégica tão importante actualmente: o design, a embalagem e a imagem.
Este projecto é composto por vários artigos que marcam pela inovação em relação aos produtos tipicamente produzidos pelos artesãos. Procura acima de tudo demonstrar que é possível o artesanato ter uma linguagem contemporânea e actual e, como tal, não deve cair no esquecimento, mas antes ser visto como uma profissão do futuro.
Marta.
Fotos de TASA
20/11/2014
A Boa Safra e o Design Português na Embaixada
Os banners na fachada não deixam margem para dúvidas: chegámos à Embaixada!
De iniciativa privada (financiado pela EastBanc de Anthony Lanier), o espaço comecial abriu portas no palacete neo-árabe Ribeiro da Cunha em 2013. O projecto de recuperação combina harmoniosamente a arquitectura actual com o gosto romântico do final do século XIX.
O conceito apresenta-se alternativo às grandes superfícies e às marcas mainstream.
É aqui que encontramos a Boa Safra que, para além de editora, é também uma loja que apresenta peças ecológicas de design originais, muitas pela mão de designers portugueses, como Carlos Aguiar, Daniel Pera, Magda Alves Pereira, Lu Barradas, Luís Porém, Samuel Pereira Pinto ou a MOOD.
Pode ver o catálogo da Boa Safra aqui.
E se gostava de ver realizado um projecto de design seu, mas não sabe como, consulte a Boa Safra através da solução Youdesign e concretize o seu sonho!
Ana
De iniciativa privada (financiado pela EastBanc de Anthony Lanier), o espaço comecial abriu portas no palacete neo-árabe Ribeiro da Cunha em 2013. O projecto de recuperação combina harmoniosamente a arquitectura actual com o gosto romântico do final do século XIX.
O conceito apresenta-se alternativo às grandes superfícies e às marcas mainstream.
É aqui que encontramos a Boa Safra que, para além de editora, é também uma loja que apresenta peças ecológicas de design originais, muitas pela mão de designers portugueses, como Carlos Aguiar, Daniel Pera, Magda Alves Pereira, Lu Barradas, Luís Porém, Samuel Pereira Pinto ou a MOOD.
Pode ver o catálogo da Boa Safra aqui.
E se gostava de ver realizado um projecto de design seu, mas não sabe como, consulte a Boa Safra através da solução Youdesign e concretize o seu sonho!
Ana
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| Camiseiro. Design Magda Alves Pereira e Daniel Pera. Via Design Magazine |
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| Mesa. Design Magda Alves Pereira e Daniel Pera. |
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| Consola. Design Magda Alves Pereira e Daniel Pera. Via Design Magazine
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| Candeeiro Eros. Design Daniel Pereira. |
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| Candeeiro Eros. Design Daniel Pereira. |
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| Candeeiro Woody. Design MOOD. |
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| Candeeiro Woody. Design MOOD. |
16/11/2014
Mosaico hidráulico - o contador de histórias!
Esta semana li no blog A Ervilha Cor de Rosa um post sobre mosaicos hidráulicos. Se há uns anos atrás me afastava deles, actualmente olhar para um chão (ou parede!) de mosaico hidráulico tem um fascínio incrível para mim.
Mas afinal o que é o mosaico hidráulico e qual a sua história? É um
tipo de revestimento artesanal feito à base de cimento solidificado por meio de
prensas. O mosaico hidráulico teve o seu apogeu entre o fim do século XIX e
meados do século XX. A sua origem remonta a 1850 no sul de França, mas difundiu-se
em larga escala por Espanha, Itália, Inglaterra e Portugal. Era popular pela
sua resistência e qualidades decorativas que permitiam contar autênticas
histórias, mas era considerado exclusivo da alta sociedade da época pelo seu
fabrico exclusivamente manual.
Com a industrialização dos anos 60 do século passado foi
progressivamente substituído pelo aparecimento de outros materiais menos
elaborados e mais rentáveis. Acabou por cair em desuso e quase desapareceu. No
entanto, nos últimos anos assistimos ao seu resgate ao ser utilizado na
arquitectura contemporânea com apontamentos retro e, consequentemente, uma nova
fase de grande fabrico do mesmo. Claro que este novo impulso, como tão bem
referiu Rosa Pomar no post “mosaico hidráulico 2.0”, este novo impulso traz consequências boas e más. O bom? O novo impulso que a
moda do vintage e do retro lhe dá, traz cada vez mais adeptos e cada vez mais
fabricantes e, invariavelmente, mais opções.
O mau? As imitações de má
qualidade em que o padrão é impresso.
O verdadeiro mosaico hidráulico continua a ter que ser produzido como o era
originalmente uma vez que, apesar dos avanços tecnológicos, ainda não
é possível reproduzir industrialmente as cores, o acabamento mate e a textura
suave do mosaico artesanal.
Marta.
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| via pinterest |
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| via pinterest |
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| via oppa |
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| via mosaic del sur |
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| via mosaic del sur |
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| via arquitete |
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| via egue & seta |
Decorar uma divisão: regras base
Decorar um divisão pode ser um dom para alguns, mas para
muitos é uma tarefa difícil e aterradora.
Utilize uma segunda côr contrastante para os pequenos detalhes. Assim irá quebrar a monotonia e trazer vida ao espaço. Eu, pessoalmente, adoro que as cores contrastantes sejam o mais que possível e, preferencialmente garridas!
Se como eu pertence ao segundo grupo, fique a saber que a
verdade é que colocamos espectativas demasiado elevadas, temos tendência a
pensar demais e no final nada nos parece agradar.
Por isso eu sigo algumas regras básicas na decoração de
uma divisão, ou de todas elas!
Escolha uma côr neutral. O branco e o preto são as
mais óbvias, mas hoje em dia o cinzento é uma côr muito em voga. Use e abuse da
côr neutra escolhida:
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| via villa extramuros |
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| via memmo alfama |
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| via desire to inspire |
Utilize uma segunda côr contrastante para os pequenos detalhes. Assim irá quebrar a monotonia e trazer vida ao espaço. Eu, pessoalmente, adoro que as cores contrastantes sejam o mais que possível e, preferencialmente garridas!
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| via villa extramuros |
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| via remodelista |
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| via desire to inspire |
Coloque algo pessoal e único na decoração. Uma
fotografia, uma pintura, uma ampliação de uma imagem ou até uma pequena
colecção de objectos pode trazer a individualidade e personalidade que muitas
vezes faltam numa divisão.
| via a beautiful mess |
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| via that nordic feeling |
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| via l'ouvrier |
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| via houzz |
Lembre-se: menos é mais! Por isso, se quase no final parece estar incompleto... experimente retirar algo e maravilhe-se com o
resultado.
Marta.
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