Sigo por uma estrada de terra batida até que, por entre um olival, vejo um edifício de dois pisos com uma linguagem assumidamente contemporânea e onde os apontamentos de cortiça reforçam a volumetria das paredes brancas, rasgadas por grandes vãos.
“A arquitectura da Villa, inspirada tanto num “castro” romano como na histórica arquitectura conventual [...] presta homenagem aos materiais emblemáticos do Alentejo: a pedra de mármore, as paredes brancas e a cortiça” refere a página de Internet deste estabelecimento.
Sou simpaticamente recebida por um dos proprietários, oriundo de Paris, que me guia através das áreas comuns: um pátio que, tal como nos claustros conventuais, une os espaços que o circundam; uma sala de refeições; salas de estar; e os cinco quartos que se encontram no piso superior (que não pude visitar visto estarem ocupados).
No exterior, facilmente se absorve e somos absorvidos pela tranquilidade do olival e da piscina de transbordo com vista para o Castelo de Arraiolos.
Interessante é também a estratégia utilizada na decoração, onde se alia o design dos anos 50 até aos dias de hoje, com artesanato local.
Ana
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Adrià Goula. Via: http://www.archdaily.com/ |
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| Foto ©Alexandre Gempeler. Via: http://www.wallpaper.com |
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